É verdade além de contribuinte comprei acções da REN numa O.P.V. (Oferta Pública de Venda) na fase emn que acreditava piamente nas patranhas do Capitalismo Popular...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
UM ORÇAMENTO COM VÁRIOS NOMES!
Eu que tive uma cadeira na Universidade chamada Finanças Públicas tenho tido dificuldade em acompanhar o debate sobre este segundo orçamento rectificativo, chamado de "redistributivo" pelo Ministro das Finanças.
No nosso manual intitulado "Lições de Finanças Públicas" escrito pelo Prof. Teixeira Ribeiro da Universidade de Coimbra não tem lá este conceito. Bem sei que esta opção pelo disciplina orçamental pode ser chamada de Salazarista. Isto porque este Professor é um dos sucessores do Professor Oliveira Salazar na regência da cadeira de Finanças Públicas em Coimbra. Ainda para mais o falecido acreditava no equilíbrio orçamental como objectivo de longo-prazo na política orçamental.
Vamos acabar este ano com três Orçamentos feitos, o original, feito o ano passado, a correcção de Maio e o redistributivo destes dias.
Para o ano o Governo não pode cair por causa das presidenciais, mas em 2011 ainda vamos andar ou em novas eleições ou a duodécimos que é o que acontece quando não se consegue chegar a acordo, na Assembleia da República.
Possivelmente nada disto vai acontecer e o Sócrates vai conseguir "subornar" o CDS a servir-lhe de muleta... Mas isto sou eu que sou den teorias...
sábado, 21 de novembro de 2009
WE ARE THE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS!
Uma pérola, que cada um julgue por si. Os meus sentimentos são mistos.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A NOTA DE PORTUGAL DESCEU!
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407384
domingo, 25 de outubro de 2009
RAPIDINHA BRITÂNICA!
Estive a ver uma repetição do QuestionTime, ou Quicktime, na BBC World, que causou tanta polémica No Reino Unido, na última semana, Sim, pela participação do líder do British National Party, Nick Griffin.
Todos ao ataque, etc. Teve uma prestação aceitável na medida do possível.
Numa conclusão simples, para a nossa realidade, apenas posso dizer que o PNR, tem muita sorte em ter o José Pinto Coelho na liderança. Não diz disparates, com os quais poderá a vir ser confrontado daqui a uns anos...
DESPARTIDIRIZAÇÃO e REFUNDAÇÃO NACIONAL
Preciso de me concentrar, no trabalho/estágio, fazer uma certificação, entre outras coisas.
Não é a mim que cabe fazer uma avaliação dos resultados, que dadas as circunstâncias considero positivos. Como não pertenço ao partido esta análise pode fácilmente estar eivada de erros.
Aspectos positivos:
-O PNR tem um eleitorado fiel de cerca de 10000 pessoas.
-O PNR conseguiu concorrer à maioria dos circulos eleitorais nas legislativas.
-O PNR tem acesso a alguns média, para divulgar a mensagem.
-O PNR com o conteúdo programático da Oposição Nacional, abriu o partido à sociedade civil.
Aspectos Negativos:
-O PNR tem "ainda" um programa desajustado da realidade Nacional.
-O PNR é alvo de discriminação, veja-se o exemplo da lista de Setúbal.
-O PNR tem uma imagem associada aos cabeças-rapadas e aos nazis, e cuja única proposta é ser anti-imigração.
-O PNR não tem acesso a capital suficiente, para outro tipo de iniciativas.
-O PNR não tem alguns quadros nas suas fileiras, por medo destes das represálias do Sistema.
-O PNR vai enfrentar a concorrência de um outro partido dito Nacionalista em breve, que lhe vai tentar "ratar" o eleitorado.
Sugestões:
-Tentativa de convergência, numa Frente Patriótica, com outros pequenos partidos, por exemplo o PND.
-Tentativa de convergência com o Partido da Liberdade.
Como membro da Lista por Faro, tive contacto cara-a-cara com a população, e vi que a imagem do PNR está muito desgastada. Dificilmente será recuperada, seria melhor se isto não resultasse:
-Mudança de nome do partido.
-Reforma do Programa, através de um Novo Congresso Nacionalista, cujas ideias será tidas em conta.
-Normas de apresentação nas manifestações, cabelo com minimo de máquina4, e mangas para cobrir as tatuagens quando as haja.
-O Forúm Nacional, ser moderado a sério, ou então perder o endosso do Partido.
-Abertura da possibilidade de tendências.
-Formas inovadoras de Financiamento, nomeadamente através da criação de uma Vanguarda Nacional.
- Essa Vanguarda Nacional, necessáriamente institucionalizada tácitamente e não formalmente, seria a coesão, espinha-dorsal, plataforma de solidariedade entre os nacionalistas e também a sua garantia de defesa.
domingo, 18 de outubro de 2009
ENTRE O QUERER E O FAZER
Queremos coisas e depois não lutamos por elas.
Dizia hoje o Durão Barroso na SICN, ao Nuno Rogeiro que , mesmo que existe capacidade institucional com o Tratado de Lisboa e precisa vontade.
O que se aplica à UE melhor se aplica ao compo nacionalista Português. Existe capacidade para muito mais, mas depois não existe coordenação estratégica.
Precisamos antes de mais coesão, fazer umas tertúlias, uns jantares temáticos...